domingo, 7 de abril de 2019

TEMOR, PRINCÍPIO DA FAMÍLIA BEM AVENTURADA

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor. O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.  (Salmos 128)

Cresci ouvindo que o salmo 128 é o Salmo da família, e não tenho como refutar; a família é um projeto divino, é o primeiro modelo de governo e também o primeiro objeto da salvação, o homem é objeto individual da salvação, a família é o primeiro conjunto, objeto da salvação! 

A sociologia define família como o conjunto de pessoas que se encontram unidos por laços de parentesco, bem como sem esses mesmos laços sanguíneos. Estes laços podem ser de dois tipos: vínculos por afinidade, como o casal e consanguíneos como a filiação entre pais e filhos, bem como esses novos moldes que estão definindo como família hodierna. 

Ao pé da letra, define-se como família a unidade básica de uma sociedade, a qual permanece unida por laços afetivos, mas na Teologia, família é mais que representação, mais do que junção de indivíduos por afeto ou parentesco, família é um meio pelo qual Deus manifesta a sua gloria ao mundo, e é exatamente para esse ponto que o salmos 128 é escrito, para manifestar a graça de ser uma família abençoada, por ter Deus como seu foco! 

Lendo o Salmo 128, podemos ter um vislumbre dessa gloria que é manifestada na família, nele contido está o que precisamos ser, e o que fazer, para termos os benefícios da gloria manifestada ao mundo, por meio de nossa família! 

Nessa família, temos a felicidade (bem-aventurado) internalizada em nós, que nos leva a harmonia entre seus membros, o temor, que é o princípio da sabedoria (teme ao Senhor), e a retidão no caminho cotidiano (andar no caminho), um oficio (trabalho das tuas mãos) e o fruto desses atos (feliz serás) com resultados eficazes (iras bem). 

O escritor inicia com uma declaração maravilhosa, "bem-aventurado", nos leva a maravilharmo-nos em outras passagens bíblicas, e isso é algo que devemos ter em mente ao lermos tal declaração, pois Jesus fez seu primeiro milagre num casamento, onde se origina a família, deixando todos presentes as bodas (João 2), mais que felizes (Jesus jamais será motivo de desprazer na família), Ele também iniciou seus ensinos assim, falando-nos das bem-aventuranças em Mateus 5, bem como em suas últimas palavras, em apocalipse 22.

Como disse, para sermos a família bem-aventurada precisamos ser e fazer algumas coisas, e esse ser e fazer não se separam, não poderemos jamais ser a família bem-aventurada sem ser o que fazemos e sem fazermos o que somos, conforme o modelo descrito pelo salmista! 

A família surge em Gênesis, Deus vai montando tanto os componentes da família como o ambiente aonde ela se desenvolve, é lindo ver o agir pela família de Deus, ele projeta, Ele cria, Ele nutre, Ele edifica, Ele ama a família, é o centro dela, pois não há felicidade sem Deus! 

Aqui temos o primeiro princípio da família bem-aventurada, a família que teme a Deus

Quando lês ou escutas a palavra temor, qual é a primeira coisa que lhe vem à mente? Ao coração? Provavelmente a resposta foi MEDO! Mas temor, não é exatamente ou somente medo, mesmo temor e medo não sendo coisas antagônicas (ainda que nossa língua defina de forma simplista temor como medo), TEMOR vai além do medo, e a princípio, Temor a Deus, é sentimento de profundo respeito e obediência. 

Permita-me, sou pai de duas belas crianças, Anna e Marcos, e me recordo muito bem dos primeiros instantes deles em nossa casa, quando dormindo no berço, os admirávamos, não queríamos de forma alguma que eles despertassem assustados por algum barulho nosso ou externo, era engraçado me ver com eles nos meus braços, desajeitado e desengonçado, esforçava-me para dar-lhes conforto, fazendo de tudo para que se sentissem bem, e quando chegavam alguém para visita-los, dizíamos, - fale baixo, tem criança dormindo", e a pessoa quase que sem respirar vinha a admirá-los! Tudo o que disse fazer, para não tirar meus filhos de seu descanso, dá singular beleza de tê-lo em nosso lar, é temor! 

Temor é mais que medo, é respeito, temor é reverencia, é maravilhar-se com Deus, estar maravilhado Nele por sua grandeza, por sua disponibilidade em nos amar, é obediência reverente, é saber nosso lugar, nossa pequenez, é tributar à Deus o que Ele é, não somente pelo que Ele faz, fez e fará; temor é total entrega a Deus, é não ter medo de Deus, mas amá-lo acima de tudo e todos, é consciência, é saber que, perto de Deus, nada somos, e  saber que longe Dele, não podemos existir! 

Como bem disse o poeta e pregador inglês, John Donne: "- Deus, um dia me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me o temor que do qual eu não precise temer"

Quando atribuímos medo como Temor à Deus, é por medo de perde-lo, como fez Davi, ele pecou com Bate-Seba (2 Samuel 11), e quando confrontado pelo profeta Natã (2 Samuel 12), ele escreve o Salmos 51, e dentre todas as palavras da sua confissão de arrependimento, ele faz a celebre declaração: 

Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me a alegria da tua salvação. (Salmos 51:11,12) - TEMOR!

Em outras palavras...

“Senhor, sei que pequei e não tenho sentido mais a tua presença comigo; Senhor, tenho medo de Ti perder, não desista de mim, não me jogues fora, pois sei que Senhor também me ama. Permaneçamos juntos!"

Aí temos um dilema, podemos a ver Deus, que ama Davi, mas aborrece o pecado e Davi que ama a Deus, mas que não consegue deixar de pecar! De um lado, Deus, que não gosta do pecado, mas não larga Davi e do outro, Davi, que não consegue deixar de pecar, mas que também não quer deixar a Deus! 

Isso é temor, Temor não é ter medo de Deus, é medo de não ter Deus. 

Quando tememos a Deus e não queremos perde-lo, ou melhor, não queremos que Ele “nos lance fora da sua presença”, agimos em conformidade com sua Palavra que nos diz que, o temor ao Senhor é: 

Princípio da sabedoria; (Salmos 111:10) 
Princípio do conhecimento; (Provérbios 1:7) 
Fonte de vida, (Provérbios 14:27) 
Aumento dos dias, (Provérbios 10:27) 
Instrução da sabedoria, (Provérbios 15:33) 
Riquezas, honra e vida. (Provérbios 22:4) 
Tesouro. (Isaías 33:6) 

A família que não teme a Deus, pode ate ser abundante em algumas coisas, mas lhe falta a coisa principal, falta Deus! E se falta Deus, falta tudo.

Tema a Deus e tenha uma familia abençoada, mais que feliz!

domingo, 24 de março de 2019

PERMANECENDO NO QUE APRENDEU

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido [2 Timóteo 3:14]

A segunda carta de Paulo a Timóteo é o último escrito Paulino, da segunda prisão que estava em Roma, na sua primeira prisão ele estava como preso religioso, por inveja dos Judeus, agora ele está como “criminoso”, pois fora considerado por Nero impiedoso imperador Romano como líder da rebelião que pôs fogo em Roma na noite de 17/6/64.

Ele escreve a seu filho na fé (1.2) e de ante de tantas experiências vividas, ele reforça o compromisso que ele deve ter com a Palavra de Deus, Palavra essa que ele sabe desde criança (3.15), pois essa palavra que ele aprendeu é poderosa!

Paulo deixa uma tríplice orientação no verso 14, ele diz a Timóteo que:

1.       Permaneça no que aprendeu, isto é, o que ele conseguiu entender, o que assimilou, o que de fato guardou no coração, o que ele julgou importante e foi capaz, de guardar, memorizar e mais importante ainda, exercer!

2.       O que foste inteirado, isto é, o que lhe foi ensinado, como foi ensinado, quando foi ensinado e porque foi lhe ensinado; e o ensino consistia na história de Cristo, a Lei, os Profetas, a Redenção, a busca da santidade, da edificação, consagração e comunhão!

3.       Sabendo de quem aprendeu, isto é, quem lhe ensinou, sua mãe, sua avó e por fim Paulo, servos santos do Deus Santo, cheios do Espirito Santo, aqueles de fato estão aptos para ensinar!

O que isso nos mostra?

O que isso nos fala?

Fala muito, pois nos dias atuais, o acesso à internet, a informação tem se mostrado ser um benefício, mas também um maleficio! Quando temos uma boa formação teológica, educacional e acima de tudo espiritual, conseguimos discernir bem tudo, quando temos de fato nascido de novo, mas quando não, é um problema!

Pessoas estão colocando sua capacidade de interpretar antes da capacidade de viver, e isso é um perigo! Não permita que o ensinamento divino se perca em sua natural e carnal compreensão, deixe-se guiar pelo Espirito através da Palavra de Deus e de sua iluminação por meio de Seu Santo Espirito!

Pelo fácil acesso, homens que não tem compromisso com o genuíno evangelho, estão ensinando e fazendo discípulos para si, tirando conclusões precipitadas, eles rotulam, classificam, destacam tudo aquilo que lhes convém, e ignoram que pecado é tudo aquilo que a Bíblia diz que é pecado, e não o que entendemos ser a nosso bel prazer.

Muitos são destes ensinadores são desigrejados, insubordinados, pecadores que não aceitaram a disciplina da Igreja, mas que se apresentam com eloquência e muita argumentação, mas sem santidade, sem comunhão!

Fiquemos com o exemplo de Paulo, permaneçamos com o que nos fora ensinado, sabendo de quem aprendemos!

E porque Paulo assim ensinou?

Porque ele se preocupou com Timóteo a ponto de dar-lhe mandamentos exclusivos, pois a carta foi-lhe endereçada? Tudo porque Paulo aprendera a amava a Timóteo “A Timóteo, meu amado filho” (2 Timóteo 1:2), porque como bem escreveu “... O amor edifica.” (1 Coríntios 8:1) e pressupomos que ele sabia que a figura paterna de Timóteo era omissa, tanto que na primeira referência do seio familiar de Timóteo, o nome da mãe vem em primeiro e em seguida o do pai (o que não era comum na sociedade de então) “E chegou a Derbe e Listra. E eis que estava ali um certo discípulo por nome Timóteo, filho de uma judia que era crente, mas de pai grego;” (Atos 16:1); parece desdém, a mãe crente e judia, mas pai grego; Paulo então assume a figura paterna de Timóteo!

Ao assumir essa figura paterna, Paulo como profundo conhecedor das escrituras e de vasta experiência, mesmo sem filhos, ele passa para a Timóteo aquilo que todos os pais (bons) devem fazer, dar-lhe a sua história, seu conhecimento, suas experiências, pois um pai sabe dar presentes, mas um bom pai, vai além dos presentes, ele se dá a seus filhos!

Como líder de Timóteo e com o afeto de pai, Paulo chama a atenção dele à obediência a Deus, pois pela qual (pela Palavra e pela obediência a ela) tornar-se-ia ele “...sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.” (2 Timóteo 3:15).

A educação de Timóteo mostra-nos a necessidade de educarmos nossos filhos, e ele aprendeu em todos os cantos, em casa, na escola e na vida, com sua mãe, avó e Paulo, vejamos:

1.       O ensino doméstico: “Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.” (2 Timóteo 1:5).

Muitos nos dias de hoje estão substituindo a educação que deve ser dada em casa, pela orientação que se deve obter nas escolas; é preciso ter conhecimento que a escolha é uma extensão do que devemos fazer prioritariamente em casa, os pais tem a ajuda da escola na educação dos filhos, e não o contrário.

Se seu filho for gentil em casa, ele o será fora dela;
Se for rude em casa, ele o será fora dela;
Se for desobediente em casa, o será fora dela;
Se orar em casa, ora fora dela;
Se canta em casa, canta fora dela;
Ser ler a bíblia em casa, ler fora dela;
Se não ora, não ler, não canta e nem obedece em casa, também não fará fora dela.

Pais, é preciso “educar no caminho...” (Provérbios 22:6)

2.       O ensino na infância: “... desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras” (2 Timóteo 3:15).

Além da educação formal em casa, na época de Timóteo existiam as escolas rabínicas, onde aos 6 anos, começava-se a ler a Torá esse é o primeiro ciclo de estudo chamado Beit Sefer, aos 10 anos eles já haviam decorado a Torá, os que se destacavam, passavam a estudar, sob a orientação de um rabino os demais livros que compõe nosso Antigo Testamento, no segundo ciclo de estudos chamado de Beit Talmud, onde eles aprofundavam-se na Torá e nos livros históricos, poéticos, sabedoria e profetas; aos 12 anos eles eram a futura classe de intelectuais de Israel e aos 14 já estavam debatendo a tradição oral dos rabinos. É nisso que Paulo afirma que Ele sabe desde a meninice as escrituras!

3.       O ensino Paulino: “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste (2 Timóteo 2:2) ... Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguições e aflições...” (2 Timóteo 3:10,11).

É indispensável a formação do caráter de Timóteo nos estágios anteriores, o ensinamento de sua mãe e vó são tão validos, que Paulo reforça “habitou nelas e habita em ti  (2 Timóteo 1:5)”, mas Deus tem sempre algo mais a nos ensinar, ele sempre tem um santo homem de Deus para nos levar a um estágio mais profundo de conhecimento que não se adquire nas salas de aulas, e mesmo sua família sendo exemplar, Deus tem algo mais, pois Ele é o “Deus que pode tudo muito mais abundantemente além...” (Filipenses 3:20).

Agora está Timóteo aos pés do doutor dos gentios, que esteve aos pés de Gamaliel (Atos 22:3), e que se tornara um santo homem de Deus apto para ensinar a outros (2 Timóteo 2:2). É o ciclo correto em nossa missão de fé, aprender para viver e somente depois para ensinar!

O que Paulo ensinou?

Ele ensinou aquilo que recebeu do Senhor “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei...” (1 Coríntios 11:23) – “Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gálatas 1:12)

Vou sintetizar os muitos ensinos de Paulo à Timóteo somente na segunda carta:

Ore (2 Timóteo 1:3)
Desperte (2 Timóteo 1:6)
Não se envergonhe do Evangelho (2 Timóteo 1:8)
Não se envergonhe do seu líder (2 Timóteo 1:8)
Conserve a Palavra (2 Timóteo 1:13)
Guardo seu deposito (2 Timóteo 1:14)
O Espirito Santo habita em nós (2 Timóteo 1:14)
Seja misericordioso (2 Timóteo 1:16-18)
Fortifique-se na Graça (2 Timóteo 2:1)
Ensine (2 Timóteo 2:2)
Confie em homens fieis (2 Timóteo 2:2)
Sofra como bom soldado de Jesus (2 Timóteo 2:3)
Não se embarace com essa vida (2 Timóteo 2:4)
Agrade ao que lhe chamou (2 Timóteo 2:4)
Trabalhe com fidelidade (2 Timóteo 2:5)
A dedicação no plantio é certeza de colheita frutífera (2 Timóteo 2:6)
A seu tempo, terás conhecimento (2 Timóteo 2:7)
Jamais esqueça o motivo de sofrermos (2 Timóteo 2:8-10)
Sofra pelas ovelhas, Evangelho (2 Timóteo 2:10)
Viva para Ele (Jesus) para viver sempre com Ele (2 Timóteo 2:11)
Para reinar é preciso servir (2 Timóteo 2:12)
Não se esqueça, Deus é reciproco (2 Timóteo 2:12)
Você vai errar outra vez, mas Ele não (2 Timóteo 2:13)
Não contenda (2 Timóteo 2:14)
Apresentar-se à Deus aprovado é seu dever (2 Timóteo 2:15)
Evita os falatórios profanos (2 Timóteo 2:16)
O Senhor nos conhece (2 Timóteo 2:19)
Aparte-se da iniquidade (2 Timóteo 2:19)
Seja vaso utilizável (2 Timóteo 2:20-21)
Fuja das paixões da mocidade (2 Timóteo 2:22)
Siga os bons exemplos (2 Timóteo 2:22)
Rejeite as futilidades (2 Timóteo 2:23)
Jamais contenda (2 Timóteo 2:24)
Seja manso (2 Timóteo 2:24)
Seja exemplar (2 Timóteo 2:24)
Ensine com amor (2 Timóteo 2:25)
Vigie (2 Timóteo 3:1)
Afaste-se dos homens malignos (2 Timóteo 3:1-5)
Uma vida de piedade, é uma vida de sofrimento (2 Timóteo 3:12)
Leia toda a Escrituras, elas são o seu Poder (2 Timóteo 3:16-17)
Jesus julgará a todos (2 Timóteo 4:1)
Pregues a Palavras, sendo firme na doutrina (2 Timóteo 4:2)
Cumpra seu chamado (2 Timóteo 4:5)
Há uma coroa para os fieis (2 Timóteo 4:8)

A relação é bem mais extensa, mas essa lista a cima serve para vivermos uma vida de piedade! Há muitos outros ensinamentos de Paulo em todos os seus demais escritos, e sei que Timóteo por perto estar dele, muito mais aprendeu, pois Paulo ensinava não somente com palavras, mas com exemplo, a sua vida nos ensina que “Deus não nos caracteriza por nossas ações, Ele nos define por nossa comunhão com Ele”.

Paulo sabia, vivia e ensinava que Deus nunca está satisfeito com declarações externas de devoção quando o coração está longe dele (Isaías 29:13;  Mateus 15:7-9); sua vida de sofrimento, incutiu em Timóteo que “nem sempre a dor é uma consequência da desobediência, mas que a nossa desobediência afeta a outros, e não apenas nos mesmo, assim como a obediência” e que a soberania de Deus “não retarda as suas promessas por causa de nossos pecados ou as adianta por causa da nossa justiça e méritos. Ele não dá atenção a nenhum deles, Ele segue firme em seu proposito” e quem, embora os homens tenham a inclinação de nos rotular, “Deus não nos caracteriza por nossas ações, Ele nos define por nossa comunhão com Ele”. Por isso que seus escritos ele deixa claro a todos que “A graça nos identifica como filho de Deus, não se baseada em nossas ações, pois ela nos permite relacionarmo-nos com Deus, não com base no que fazemos ou podemos, mas baseada em na nossa comunhão com Cristo, indicando assim quem sou, precedendo e motivando a nossa obediência Deus, sua Palavra e a sua Igreja.”

Os ensinamentos paulinos são transcendentes e assim como nos tempos antigos, Não importa a nossa idade ou a nossa maturidade em Cristo, todos temos um problema com o pecado, o pecado; mesmo ele, o apóstolo, Paulo “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7:19).

Que Deus nos guarde em seu amor, que possamos ser-lhe obedientes em tudo, e se preciso for, obedientes ate a morte, e que alcancemos um coração sábio para vivermos à luz da sabedoria que Deus dá, e isso fazendo, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. (2 Pedro 1:10)

- Gustavo

quarta-feira, 13 de março de 2019

ORAR

Vamos orar...

Quero te convidar a orar e quero lhe dar motivos...

Orar por mim
Orar por você
Orar por ele
Orar por ela
Orar por nós
Orar por vós
Orar por eles
Orar por elas
Orar de novo
Orar pelo povo
Orar pelo país
Orar pelo presidente
Orar pelo estado
Orar pela cidade
Orar pela Igreja
Orar pelos desigrejados
Orar pelos bons
Orar pelos maus
Orar pelos que choram
Orar pelos que sorriem
Orar pelos que nos amam
Orar pelos que nos maldizem
Orar pelos que nos bendizem
Orar pelos que oram
Orar pelos que não oram
Vamos orar...
Orar mais
Orar pelo pastor
Orar pelo professor
Orar pelo aluno
Orar pelo ministério
Orar para não errar
Orar para não pecar
Orar para não perder
Orar para vencer
Orar para não desistir
Orar para prosseguir
Orar por orar
Orar por missões
Orar por evangelismo
Orar por avivamento
Orar por batismos
Orar por comunhão
Orar por comissão
Orar para não pecar
Orar sem se preocupar
Orar para obedecer
Orara para agradecer
Orar pelos pais
Orar pelas mães
Orar pelos filhos
Orar pelos irmãos
Orar pelos que contribuíram
Orar pelos que contribuem
Orar pelos que contribuirão
Orar pelos que não contribuem
Orar pelas oportunidades
Orar para aberturas de portas
Orar por saúde
Orar por visão
Orar por amor
Orar por perdão
Orar para perdoar
Orar para ser perdoado
Orar para sentir-se perdoado
Orar por sabedoria
Orar por graça
Orar por misericórdia
Orar com dor
Orar sem dor
Orar por contentamento
Orar por sentimento
Orar por dar
Orar por receber
Orar para agradecer
Orar para não deixar de orar
Orar pra gostar de orar
Orar sem ter o porque
Orar pra ter porque orar
Orar
Orar por horas
Orar um pouco mais
Orar sempre
Orar sempre mais
Orar nunca é demais
ORE!