quinta-feira, 26 de setembro de 2013

VALE A PENA!

E o tempo vai passando! Ontem tínhamos 07 anos hoje um pouco mais e tudo o que pensava ser terra firme, hoje se tornou um mar a ser navegado, com fortes ondas querendo nos abater, mas Jesus agora esta no barco, temos que despertá-lo!

Como a vida é bela e vale apena viver!

Nunca pensamos que choraríamos tanto; jamais imaginamo-nos como hoje somos; uns quilos a mais, uns amigos a menos; muitas lutas, mas várias vitorias!

Sorrisos aqui, falsidades ali, desencontros acolá; faz parte do show da vida, a transitoriedade dos sentimentos que não deveríamos sentir e outros que não deveriam nem existir e ainda outros que deveriam ser sempiternos!

Não estou falando de mim, estou falando de nós! Tudo na nossa vida tem um proposito, demoramos a intender isso, mas vamos entender quando conseguirmos o objetivo que estamos caminhando para ele.

Sendo a vida uma caminhada, sabemos que a estrada da vida tem percalços, curvas, altos e baixos, locais de parada obrigatória e outros que não podemos nem olhar e sequer pensar em parar!

Hoje, quanta diferença! Maduros (será?), experientes (será?), responsáveis (será?), pacientes (será?), altruístas (será?), donos de si (será?) muitas duvidas (com certeza!), mas em tudo isso tenha uma certeza, tudo se repetirá, com mais intensidades ou com menos, mas tudo o que vai volta!

Quantas lutas! E passamos as provas dos nossos pais e agora passaremos as nossas, o bom que na de nossos pais, não sofríamos tanto, COMO É BOM SER CRIANÇA (vale ate uma próxima reflexão!)

Mais um dia passou...
Mais uma noite passou...
Mais uma oportunidade foi desperdiçada...
Mais uma lagrima vertida...
Surgiu mais um campeão...
Surgiu mais outros derrotados...
Nasceu mais um herói...
Morreu mais um infeliz...


A vida é bela e vale ser vivida, mas o verdadeiro desfrutamento da vida é entregar a nossa vida nas mãos de que quem tem poder para nos dar a vida eterna e vida com e em abundancia!

sábado, 17 de agosto de 2013

JESUS REVELA O PAI

É de Stanley Jones a narração do acontecimento seguinte:

Uma família se preparava para o Natal, mas o pai, que era militar, teve de se afastar, prometendo fazer tudo para voltar a tempo.

Os dias iam se passando, e o Natal chegou, e o pai de família não voltou. A esposa, para confortar os filhos, colocou no lugar vago do pai, um grande retrato como se ele estivesse ali presente.

A ceia transcorria triste. Em dado momento o filho menor disse:

- Mamãe, eu queria que papai saísse desse retrato e viesse comer e conversar conosco.

Foi boa a intenção daquela mãe, mas o retrato não resolvera o problema daquela criança.


"Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não vêem. Têm ouvidos e não ouvem, nem há respiro algum nas suas bocas. Semelhantes a eles se tornam os que os fazem, e todos os que confiam neles" (SI 135.16-18).

ESTA HARPA FOI FABRICADA POR MIM

Um velho músico em decadência, sozinho e doente, teve de vender a sua harpa para mitigar a fome de alguns dias. De pequenos expedientes que as últimas forças lhe permitiam, ia arrastando a sua triste existência.

Agora, próximo às comemorações do Natal, ele meditava no seu quarto frio. A fome o impeliu para a rua em busca de mais uma ajuda. Agasalhou-se como pôde, e saiu.

Uma casa iluminada o animou a pedir auxílio. Bateu e foi atendido por um cavalheiro que se condoeu do seu triste estado. Fê-lo participar da mesa e arrumou uma cama para ele no quarto onde guardava os trastes.

No dia seguinte, muito cedo, os moradores daquela casa ouviram acordes maravilhosos ao som de harpa. O dono da casa desceu e encontrou o velhinho dedilhando o instrumento, tirando aquele som maravilhoso.

O homem ficou admirado:

- Como o senhor pode tirar sons tão agradáveis desse instrumento?

O velhinho tinha lágrimas nos olhos. Fitou o anfitrião:

- Ah! meu senhor! Este instrumento não tem nenhum segredo para mim. Fui músico em minha mocidade. Eu mesmo construía os meus instrumentos. Esta harpa, reconheço-a, foi feita por mim.


"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento" (Ec 12.1).