sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O MÉDICO E O ABORTO

Certa vez, uma mulher procurou o seu médico levando em sua companhia o filho de um ano.

— Doutor, quero que me ajude com o meu problema. Este bebê tem apenas um ano e já concebi outra vez. Não quero dois filhos tão perto um do outro.

O médico perguntou:

E o que a senhora quer que eu faça?

Oh! — disse ela. — Dá um jeito qualquer para que eu fique livre da gravidez.

Após uns momentos de pensar, ele falou:

— Minha senhora, vou sugerir um método mais prático: já que não deseja dois filhos tão perto um do outro, o melhor jeito é matar este que está no colo e deixar o outro vir. Para mim tanto faz, e para a senhora é mais seguro. A única diferença seria então a idade do sobrevivente. 

Com isso, ele buscou um pequeno machado sugerindo a solução ao dilema. A mulher quase desmaiou e bradou:

— Assassino!

Então, o médico explicou que ela também seria assassina. Matar a criança no ventre da mãe traria a mesma culpa de matar a criança no colo.

(Missionário Lawrence Olson, Mensageiro da Paz, jul/1965)

Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte (Pv 14.12).

(AUTOR DESCONHECIDO)

O OBREIRO E A FAMÍLIA

Um jovem, filho de pastor, estava à beira da sepultura de seu pai chorando sua morte. Três irmãs faziam o mesmo. Elas iniciaram uma ladainha de agradecimentos ao pastor que acabara de morrer:

Não fosse ele, que chegou a me visitar por algumas vezes e me aconselhar tanto, estaria hoje com o meu lar destruído.

Uma viúva insistia em agradecer pela atenção que recebera do pastor, pelas consolações, enquanto uma moça juntou-se ao coro, dizendo: Quase perdi o meu noivado. A sabedoria deste homem o salvou.

Ao ouvir tantas confissões, o filho fez a sua: Agora sei, meu pai, porque não tinha tempo para nós lá em casa.

(AUTOR DESCONHECIDO)

O INEXPLICÁVEL AMOR!

“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo. 13:35)

Uma criança perguntou á uma professora: O que é o amor? A professora sentiu que a criança merecia uma
resposta à altura. No recreio, pediu para que cada aluno trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento.

Ao voltarem ela disse:
Quero que mostrem.
A 1ª criança disse: Eu uma flor.
A 2ª criança falou: Eu uma borboleta.
A 3ª criança completou: Eu um filhote de passarinho.

Uma criança ficou quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

Ela perguntou: Porque você nada trouxe?

E a criança disse: Desculpe professora Vi a flor e senti o seu perfume, mas deixei-a para que o seu
perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta. Ela parecia tão feliz. Vi também o passarinho caído, mas ao subir na árvore fiquei com dó da sua mãe! Trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti da mãe do passarinho.

Como posso mostrar o que trouxe?

Lembre que Deus te deu o mais puro dos sentimentos Jesus um dia falou: "Em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele" (Mc 10:15)

Amor não é receber é dar, não é magoar é incentivar, não é descrer é crer, não é criticar é apoiar, não é ofender é compreender, não é julgar é aceitar, não é esquecer é perdoar é simplesmente Amar!