sexta-feira, 15 de março de 2013

TOLERÂNCIA

Um empresário envolvido em grandes atividades foi mal interpretado por seu concorrente.

Este lhe escreveu uma carta muito desaforada e humilhante.

Ele, imediatamente respondeu nos mesmos termos, ofendendo profundamente seu antagonista, mas, antes de despachar a carta, procurou o pastor e contou-lhe o sucedido.

- Aguarde uns dias antes de colocar a carta no correio disse o pastor.

Assim fez o empresário. Meditou durante dois dias e a cólera deu lugar à ponderação. Finalmente rasgou a carta e escreveu outra. Nela procurou esclarecer o mal-entendido.

Isso foi o suficiente para que o outro também se desculpasse, e nascesse, do episódio, uma boa e sólida amizade.

"Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias e toda a malícia seja tirada de entre vós. Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo" (Ef 4.31,32).

CONFIANÇA NO SENHOR

Um seminarista foi convidado a ajudar nos trabalhos de determinada igreja no Interior. Era um crente valoroso, muito confiante no poder de Deus e se entregava inteiramente à obra.

A igreja tinha muitos pontos de pregação, e cada dia ele ia conhecer um trabalho diferente.

Um domingo, à tarde, foi convidado a pregar em um certo lugar temido pelos crentes, pois havia forte oposição ao trabalho evangélico.

Os valentões do lugar ameaçavam os crentes. O seminarista foi avisado.

Vamos confiar em Deus e fazer a sua obra - disse o rapaz.

Em lá chegando, reuniram-se numa pracinha em frente a uma casa comercial. Havia ali alguns cavalos amarrados pelas rédeas, grupos de pessoas de chapéu grande e grandes facões na cintura.

O cântico do primeiro hino foi interrompido pela aproximação de um homem, que disse:

- Vamos acabar com esse negócio de Bíblia aqui.

- Por que o senhor acha que pode nos mandar parar?

- Eu não acho nada. Só não quero mais cantoria aqui, como já disse.

- O senhor vai me desculpar - disse o seminarista, mas a Bíblia é a Palavra de Deus e ela nos autoriza, ou melhor, ela nos manda pregar o Evangelho.

Em seguida, leu para o valentão no capítulo 16 de Marcos, e em Atos dos Apóstolos, capítulo 1.

Depois disse:

- Ainda mais. Nós não podemos nos calar, porque Jesus disse que se nós nos calarmos, as próprias pedras clamarão.

A confiança do seminarista intimidou aquele homem. Ele voltou para o seu grupo e a pregação foi reiniciada. Nunca mais os crentes encontraram ali qualquer dificuldade.

"Posso todas as coisas naquele que me fortalece" (Fp 4.13).

AMANSA JOÃO ALVES


Conta-se que um cidadão chamado João Alves, num subúrbio carioca, foi contratado para dar uma surra em determinada pessoa:

Sabe onde você pode encontrá-lo?

Vá domingo à noite àquela igreja, que ele costuma frequentá-la.

João Alves pegou o dinheiro do contrato, muniu-se com um chicote e partiu domingo à noite.

Postou-se próximo à igreja e esperou.

Do lugar que se encontrava ouviu o início do culto.

A congregação começou a cantar um hino: "Manso e suave, Jesus está chamando..."

João Alves gostou da melodia.

Prestou atenção à letra: "Amansa João Alves, Jesus está chamando..." Não era possível! Como a congregação estaria sabendo que ele estava ali? Como saberia de seus propósitos?

No entanto, ouvia perfeitamente:

"Amansa João Alves, Jesus está chamando..." João Alves não pôde resistir ao convite. "Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos!" (Mt 28.11a).