quinta-feira, 14 de março de 2013

SIM, SIM. NÃO, NÃO


Um operário sempre dava bom testemunho na fábrica onde trabalhava. Um dia, recebeu um convite para participar de uma festa. Mas era uma festa diferente. Era oferecida pelo seu patrão, homem duro, que tinha fama de ser sempre obedecido em tudo que ordenava.

Seus colegas ficaram na expectativa:

- Vamos ver se ele vai recusar a bebida que certamente o gerente lhe oferecerá.

No momento certo, o crente soube recusar educadamente.

Depois foi chamado ao escritório. O gerente lhe oferecia uma promoção, tornando-o chefe de um departamento da fábrica, enquanto lhe dizia:

- Precisamos para esse lugar um homem como o senhor. Um homem de convicção. O senhor é o escolhido.

"...mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação" (Tg 5.12).

TARDE DEMAIS


Chegar tarde era o seu costume. Deixava tudo para a última hora. Sentia uma atração irresistível em assim proceder. Não se importava com o prejuízo nem com o que os outros pensassem sobre si.

Um dia tinha de fazer uma viagem muito importante. Havia comprado as passagens antecipadamente. Caríssimas. Os documentos estavam todos prontos. Despesas com passaporte, cambiagem de dinheiro, contatos, tudo pronto. Mas era o seu costume chegar tarde...

Saltou do veículo correndo, pagou o motorista correndo, e, correndo, seguiu em direção ao portão de embarque. Estava fechado. Que tristeza!

Alguém observou:

- Não correste bastante!

- Sim! Eu corri bastante, mas comecei tarde demais.

"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis!" (1 Co 9.24).

segunda-feira, 11 de março de 2013

DEUS GUARDA SEUS SERVOS

O carcereiro da prisão de Bedford tratava João Bunyan com muita humanidade, o que era impróprio na época.

Os prisioneiros eram tidos como sub-humanos - um peso morto para o Estado - e tratados com extrema crueldade.

Mas Bunyan tinha até o direito de escrever. Isto desagradava aos juizes.

Uma ocasião, um pároco, tendo notícias de que Bunyan tinha liberdade até para visitar a família, denunciou o carcereiro. Isto aconteceu justamente num dia em que Bunyan se achava visitando sua casa.

Mas sucedeu que, nesse dia, ele começou a sentir-se mal e achou melhor voltar à prisão antes da hora de costume. Mal acabara de entrar quando chegou o fiscal interrogando:

Todos os presos estão presentes?

Sim - respondeu o carcereiro.

Mas o fiscal não se contentou com a resposta e quis ver pessoalmente todos os presos. Lá estava entre eles João Bunyan. Depois da saída do fiscal, o carcereiro lhe disse:

Podes sair quando quiseres, porque sabes melhor do que eu a hora que tens de voltar.

"Vestirei os seus inimigos de confusão; mas sobre ele florescerá a sua coroa" (SI 132.18).